Porque levar a sério o twitter?

Não é preciso explicar o que é twitter. Qualquer pessoa que não tenha ficado preso numa caverna no últimos anos, deve saber o que se trata. È uma ferramenta de microblogging(termo esse que o Twitter popularizou) em que a única coisa que você faz é postar mensagens curtas  de 140 caracteres sobre o que você quiser. A ferramenta existe faz 3 anos, eu me cadastrei faz 1 ano e meio, mas comecei a utiliza com uma certa freqüência faz uns 5 meses. Para quem ficar interessado, é só seguir @serathiuk lá.

O Twitter tem revolucionado a forma de comunicação pela internet. Muitas pessoas não concordam, falam que é apenas um site imbecil e que nem tem graça ficar postando um monte de mensagens como ‘estou bebendo vinho, comendo churros e assistindo chaves’. Eu concordo com elas nesse ponto de vista. Assim como os blogs, acho que twitter se modificou e conseguiu um fim mais nobre. Os blogs no início não eram nada mais que sites de diário eletrônico. Você falava sobre a sua vida para quem quisesse ler e pronto. Mas com o tempo o conceito foi se modificando e hoje em dia temos até mesmos blogs corporativos. Os blogs se modificaram de tal forma, que mal lembram seus primórdios, onde, como já foi dito, eram apenas diários eletrônicos, e hoje, são veículos de notícias e de formação de opinião.

Com o twitter está acontecendo a mesma coisa.  O twitter se modificou desde 2006. Arrisco-me a falar que aquela frase “What are you doing?” não faz mas tanto sentido assim.  Está sendo utilizado para fins bem mais nobres.

Muitas empresas estão aderindo ou já aderiram ao twitter, assim como muitos artistas, celebridades e ‘subcelebridades piratas’. E todos eles enxergaram algumas vantagens que o twitter tem se comparado a qualquer outra rede social. Uma dessas vantagens  é a capacidade de divulgação.

No Orkut/Facebook/Whatever se eu quiser divulgar meu produto, um show ou qualquer outra coisa para todos que estão numa comunidade tal eu tenho alguns meios. O primeiro é ir perfil por perfil deixar uma mensagem, ou utilizar ferramentas para fazer isso automaticamente. Mas isso é spam. Ninguém gosta que joguem um papel de propaganda de crediário dentro do seu carro no sinaleiro. Assim como ninguém gosta de verificar suas mensagens e ter um monte de porcarias não solicitadas. No Orkut, Facebook , em outras redes sociais ou até mesmo no seu e-mail a propaganda é forçada. No twitter não. Você envia sua mensagem 1 vez, todos os interessados recebem, pois eles escolheram receber. Algumas empresas (como a Dell) tem criado promoções exclusivas para o twitter, para incentivar que as pessoas ‘os sigam’. Ou seja, no twitter, a pessoa deve querer receber sua mensagem, e não você enfiar ela ‘guela a baixo’.

A velocidade que a informação trafega no twitter é surpreendente. O boca a boca (ou retweet a retweet) é tão rápido dele, que depois do primeiro boato depois da morte do Michael Jackson, foi questão de minutos para a notícia correr o mundo. Por outros meios, mesmo que digitais, demoraria mais para isso acontecer. Essa forma de distribuição de informação está ajudando e muito nas eleições do Irã, por exemplo, onde estão tendo uma forte censura do governo, e por lá, os iranianos estão tendo como falar para o mundo o que está realmente acontecendo. Atitude parecida está acontecendo no Brasil com o movimento ‘#ForaSarney’, mas não tem como compará-lo com o que está acontecendo no Irã.

O twitter é uma ferramenta que deu, está dando e vai dar muito que falar. A internet teve vários fenômenos que a modificaram, e o twitter é um deles. A forma de distribuição de informação e a proximidade que ele traz das empresas com os clientes ou com artistas com os clientes é algo que nem dá para se negar. O twitter está se melhorando e se adaptando a cada dia. Ele não substituirá outras redes sociais ou os blogs. Ele complementa estes, servindo de ferramenta de divulgação.  Usado com sabedoria, o twitter é uma ferramenta única de marketing para qualquer pessoa e empresa. E também uma ferramenta única de se adquirir informação em tempo real. Por isso se você hoje fala mal do twitter, tente utilizar e experimentar, pois até eu falei mal da ferramenta e resisti 1 ano para começar a usar depois do meu cadastro. Se arrisque. O máximo que irá acontecer é você ter certeza que nem gosta.

Observação: A inspiração de fazer esse artigo foi um que li no blog gamacast, de ‘Renata Gama’: http://www.gamacast.blogspot.com/

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Sim. Ele pode. #forasarney #revolucaodesofa

Sim. Ele pode. ¬¬ on Twitpic

Fazer o que né? Ele pode…

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Lançado o SmartGWT 1.1

Foi lançada a nova versão do SmartGWT 1.1. Esta versão se destaca pelo grande número de novidades. Além da correção de mais de 50 bugs desde a versão 1.0 b2, também tem alguns recursos interessantes. O principal  é o GWT-RPC DataSource. Antes, para utilizar este recurso, você mesmo devia implementar uma classe de DataSource baseado em Remote Services ou copiar a implementação já pronta do fórum do SmartGWT. Acho que era uma recurso que faltava mesmo, que falta até mesmo no GWT-EXT(que podia ser contornado através da classe GWTProxy do GWT-EX-UX).

Mas os recursos não param por aí. Também tem uma série de componentes novos, suporte a GWT 1.6, 14 idiomas(Português incluído) e muito mais.

Mas ainda acho que falta uma alternativa a Livegrid. Sei que é mais web2.0 esse conceito de Livegrid, mas acho que Grids no modo antigo(botão voltar, avançar, etc.) são mais fáceis de se achar. Eu prefiro uma Toolbar com a opção de voltar, avançar, etc. do que uma barra de rolagem apenas.

Mas no geral, o SmartGWT, em sua primeira versão estável(até agora era beta), está se mostrando superior a tecnologias parecidas, como o GXT(ExtGWT), GWT-EXT, Mosaic, entre outros. Na minha opinião é a melhor biblioteca de componentes RIA para GWT. Vale a pena testar.

Se estiver afim de conferir o showcase, fazer download, entre outros, visite o seguinte link:

http://code.google.com/p/smartgwt/

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Utilizando Google Web Toolkit(GWT) 1.6 com o Eclipse Ganymede

Como prometido em janeiro, começo a série de tutorias sobre GWT. Faz tempo que tinha postado que iria começar a postar sobre, mas resolvi esperar sair a versão 1.6 do GWT. Demorou mais que eu esperei essa versão, mas saiu e com algumas novidades bacanas e coisas que eu nem esperava. Eu já tinha um esboço pronto deste primeiro tutorial. Mas tinha escrito ele para utilizar GWT 1.5 com Cypal Studio. Mas o Google lançou um plugin próprio para utilizar GWT no Eclipse. Então resolvi reescrever o tutorial. Tentei deixar o mais simples e objetivo possível. Acredito eu que consegui atingir isso. Estou levando em conta que você já possui o Eclipse Ganymede(3.4) em sua máquina. Caso não possua, vá em http://www.eclipse.org/downloads e baixe o  ‘Eclipse IDE for Java EE Developers’.

Instalando o Google Plugin

  1. Com o Eclipse aberto, vá em Help/Software Updates
  2. Entre na aba ‘Avaliable Software’
  3. Clique em ‘Add Site’
  4. Coloque o endereço http://dl.google.com/eclipse/plugin/3.4 e clique em OK

    Tela Cadastro Plugin Eclipse

    Tela Cadastro Plugin Eclipse

  5. Marque todos os item como na imagem e clique no botão Install.

    Tela Seleção Modulos Plugin GWT

    Tela Seleção Modulos Plugin GWT

  6. Espere ele verificar e baixar os requisitos e pendências (esta parte pode demorar)

    Tela Procurando Pendencias GWT

    Tela Procurando Pendencias GWT

  7. Depois disso é só dar um Next, aceitar os termos(faça de conta que você leu) e clique em Finish.
  8. Depois disso ele vai instalar o plugin e acabou aí. Reinicie o Eclipse e o plugin já vai estar disponível para uso.

Criando e testando um projeto GWT

  1. Com o Eclipse aberto, vá em File / New / Other
  2. No item Google, selecione ‘Web Application Project’ e clique em Next.

    Seleção Tipo Projeto GWT

    Seleção Tipo Projeto GWT

  3. Em Project Name coloque o nome do projeto(utilizei ProjetoTeste) e em Package preencha o pacote da Aplicação(utilizei com.serathiuk.teste.projetoteste). Deixe tudo marcado como está e clique em Finish.

    Tela Configuração Projeto GWT

    Tela Configuração Projeto GWT

  4. Pronto.  O projeto está criado. Vamos testa-lo.
  5. Para testa-lo, vá em Run / Run Configuration
  6. Selecione o item com o nome do projeto em Web Application.

    Tela Rodar Aplicação GWT

    Tela Rodar Aplicação GWT

  7. Clique em Run.
  8. Se funcionar tudo ok, irá aparecer uma janela como a da imagem.

    Tela Hosted Mode GWT

    Tela Hosted Mode GWT

Considerações finais

Este artigo tinha como intuito dar o primeiro pontapé no GWT. Não foi feito nada demais, só rodamos um exemplo já existente. Mas no próximo pretendo escrever como fazer um formulário simples acessando dados do servidor. Mas é isso. Espero que tenham gostado e critiquem a vontade nos comentários.

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Novidades, novidades, novidades…

Olá. Faz tempo que não posto nada. No último post tinha prometido o ínicio da série de tutoriais sobre GWT. O primeiro estava praticamente pronto, utilizando GWT 1.5 e Cypal Studio no Eclipse. Fui adiando, adiando, até que vi que existia a versão 1.6 Milestone 1 do GWT. Resolvi esperar sair o GWT 1.6 para começar a escrever os tutoriais, pois me atualizo enquanto escrevo.

Pois bem, saiu a nova versão do GWT. A versão 1.6 final. Não verifiquei a fundo as novas features, mas resolvi atualizar aquele antigo tutorial que eu estava escrevendo. Mas vi que era mais fácil reescreve-lo. Pois irei reescreve-lo para utilizar GWT, Eclipse e o novo plugin para GWT, que é oficial do Google, que uma das grandes novidades.

E o plugin “Google Plugin for Eclipse”, além de dar suporte à GWT ao Eclipse, dá suporte ao “Google App Engine for Java”. Sim meninos e meninas, agora o App Engine, como foi prometido a séculos, dá suporte a outra linguagem além do Python(e Fortran 77 segundo a piadinha de 1º de abril deste ano). Isso que o Google teve mais um monte de lançamentos, como Gmail Mobile para Android e IPhone, nova versão do Android, versão nova do Google Reader, e a lista vai.

E saindo da área do Google e indo para a do ExtJS, tivemos um lançamento. O Ext Core, que é o núcleo do ExtJS. Seria um ExtJS sem componentes. Algo com funcionalidades parecidas com a do jQuery, Prototype, etc. A licença não é a famigerada GPLv3 do ExtJS2.1 em diante. É a licença MIT, que pelo o que tudo indica, pode ser utilizada sem nenhum medo de ser feliz. Mesmo não tendo todo poder do ExtJS(que é mais voltado para RIA), me parece uma ótima biblioteca, quando você não necessite criar interfaces, mas sim apenas algo que facilite sua programação em Javascript. Ele tem um esquema bem legal para criação de classes e namespaces em Javascript. Vale a pena conferir.

Aí vai a lista de links:

Google Web Toolkit: http://code.google.com/intl/pt-BR/webtoolkit/

Google Plugin for Eclipse: http://code.google.com/intl/pt-BR/eclipse/

Google App Engine For Java: http://googleappengine.blogspot.com/2009/04/seriously-this-time-new-language-on-app.html

Google App Engine For Fortran 77(1º de abril): http://googleappengine.blogspot.com/2009/04/brand-new-language-on-google-app-engine.html

Ext Core: http://www.extjs.com/products/extcore/

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Série de Artigos sobre GWT(Google Web Toolkit)

Olá. Vou começar a escrever e postar aqui no blog uma série de artigos sobre GWT. Já estou escrevendo o primeiro e pretendo escrever mais. Mas antes de terminar o primerio e começar a postar aqui este artigos, resolvi dar uma introdução sobre e explicar o que planejo.
Primeiramente digo que de inicio pretendo “começar pelo início”. O que isso quer dizer? Pretendo começar com artigos básicos sobre como utilizar o GWT, configurar o GWT no Eclipse(se for necessário aprofundo falando sobre Netbeans, IntelliJ ou outra IDE), utilizar Remote Services, utilizar os componentes básicos do GWT, utilizar com PHP no lado Servidor e etc. Ou seja, pretendo que tudo funcione como fosse um livro que cada post seja um capítulo por exemplo.
Mas pretendo ir além do “GWT Puro”. Pretendo também falar também sobre SmartGWT e GWT-EXT. Mas das 2 vou dar mais preferência para os SmartGWT. Motivos para isso no post “SmartGWT 1.0b1 lançado“.
O primeiro da série ainda não tenho previsão para postagem. Mas acredito que até Quarta ele esteja pronto. Mas enquanto isso, vai alguns link’s para servir de introdução do assunto.

GWT:
http://code.google.com/intl/pt-BR/webtoolkit/
http://www.gwt.com.br/

GWT-EXT:
http://www.gwt-ext.com/
http://www.extjs.com/

SmartClient:
http://www.smartclient.com/smartgwt
http://www.smartclient.com

SmartGWT/GWT-EXT:
http://www.jroller.com/sjivan/

Ps.: Mesmo com essa série de artigos sobre GWT, pretendo ainda continuar a postar minhas inutilidades. Nem repare.

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Da série: Coisas geniais, mas inúteis

Isso é uma coisa legal que com certeza não irá mudar o mundo. Mas mesmo assim não deixa de ser legal.

Isso está na lista de “coisas que quero tentar fazer antes de morrer”.

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Battlestar Galactica – The Face Of The Enemy – Webisódio 1

Saiu sexta-feira o primeiro webisódio de “The Face Of The Enemy”. Para quem não assistiu até o 4×10 é bom não ler o resto. Está “mini-série” irá contar eventos que ocorreram 9 dias depois da chegada da frota colonial na terra e a história dentro de um raptor centrada em “Felix Gayeta Gaeta” e assasinatos que ocorrem dentro desta nave durante esse tempo. A bordo na tripulação temos 2 “Number 8″, o piloto, o co-piloto e o próprio Gaeta. No mais o vídeo do primeiro webisodio:

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SmartGWT 1.0b1 lançado

A alguns dias atrás foi lançado(depois de algum tempo que foi anunciado o projeto) o SmartGWT. O SmartGWT é um wrapper dara SmartClient, que traz novos componentes, mais parecidos com desktop, para o GWT(Google Web Toolkit). Esse projeto é de autoria de Sanjiv Jivan, o mesmo que criou o GWT-EXT, que é um wrapper para o ExtJS.

Apesar de não ter utilizado ainda o SmartGWT, o que tenho que dizer é que é um projeto bem promissor e na sua primeira versão parece superar o GWT-EXT em muitos quesitos. O maior dele, acredito eu, seja os memory leak’s. A Isomorphic Software, empresa que desenvolve o SmartClient, diz que o mesmo é livre de memory leak’s. E pelos clientes deles, acredito que eles não iam falar apenas pelo “marketing”. Para quem utiliza GWT-EXT ou até mesmo ExtJS, sabe que o mesmo tem graves problemas com referências circulares em JS, “orphan nodes” e outras coisas. Para aplicações realmente grandes, isso se torna um grande problema, por a aplicação ficar acumulando a memória do navegador com coisas que deveriam ser eliminadas.

Para a versão 3(ou 2.3, não me lembro) do ExtJS, eles prometem acabar com esses problemas. Mas temos um problema aí. A licença. Até a versão 2.0.2 do ExtJS tinhamos uma licença como LGPL. A partir da versão 2.1, a licença foi alterada para GPLv3. E GPLv3 é(me corrijam se eu estiver errado) uma licença que te obriga a compartilhar o código, e “contamina” todos os projetos que utiliza código licenciado com a mesma. Ou seja, é uma licença que não serve para ser utilizada comercialmente, pois nesse caso o código necessita ser restrito, para grande parte das aplicações(não, o mundo não é tão ideal como o Stallman quer). E nesse caso, por caso disso, o GWT-EXT não pode acompanhar a evolução do ExtJS. O GWT-EXT ficou restrito a versão 2.0.2 do ExtJS, a última em LGPL. E no caso do ExtJS, ele tem LGPL misturado com uma licença própria, que impede de criar um fork do ExtJS. Então o melhor a ser feito foi tentar corrigir os problemas do ExtJS via GWT-EXT, para as aplicações que já existem não ficarem ser suporte e criar algo novo que possa ser evoluir para novos usuários. E aí que entra o SmartGWT.

O SmartClient era de código fechado até 2007. Eles da Isomorphic abriram o código e licenciaram como LGPL. E prometem mante-lo assim. E apoiam o projeto do SmartGWT. Ou seja, tudo caminha para que o SmartGWT seja uma ótima alternativa para o GWT-EXT. Tudo isso se os Lordes de Kobol concordarem. heheeh.

Links:

SmartGWT: http://code.google.com/p/smartgwt/

SmartClient: http://www.smartclient.com/

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Um bom final alternativo para “Naufrago”

Domingo de tarde, acabei de almoçar e assistindo TV. Na Globo estava sendo exibido “Naufrago”. E eu já tinha assistido esse filme um monte de vezes, mas sempre veio na minha cabeça(e acho que de todo que já assistiu) o que teria dentro daquela caixa. Como já estava com o notebook ligado, resolvi buscar no Google se existia algum “extra” do DVD de algum lugar que responderia essa pergunta. Mas o que achei foi um comercial da FedEX sobre o tema.

Ps.: Sei que muita gente já deve ter visto o vídeo, mas é que como o blog estava as moscas, vai qualquer coisa para “animar” um pouco.

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